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Polícia prende mãe que deixou bebê de três meses com desconhecida em mercado de Minas

  • Categoria: Polícia

A polícia prendeu a mulher que deixou a filha de aproximadamente três meses com uma desconhecida no Mercado Municipal de Montes Claros. O caso foi na tarde dessa segunda-feira (18) quando a mãe pediu que uma desconhecida segurasse a criança e desapareceu.

Criança foi deixada pela mãe com outra mulher — Foto: Paula Alves/Inter TVCriança foi deixada pela mãe com outra mulher — Foto: Paula Alves/Inter TV

A delegada Maria Angélica Fernandes informou ao g1 que a suspeita foi localizada por policiais militares enquanto retornava para o local onde havia deixado a criança após o caso ter sido noticiado na imprensa.

“Ela foi encontrada em um posto de combustíveis perto do mercado. A mulher disse que estava na casa de uma amiga no bairro Village do Lago e essa amiga teria chamado a atenção dela para resolver a situação”.

Ainda segundo a delegada, a mulher entrou em contradição durante o interrogatório e não soube explicar o porquê abandonou a filha.

“Ela apresentou várias versões diferentes e não conseguiu explicar o motivo de ter abandonado a filha. Foi instaurado um inquérito para esclarecer o fato. A criança teve sorte porque foi deixada com uma pessoa de bem que cuidou dela e acionou as autoridades. Fato é que a mãe foi negligente ao entregar a criança para uma pessoa totalmente desconhecida”.

A mulher foi autuada por abandono de incapaz e será encaminhada para o presídio Alvorada na manhã desta terça-feira (19). Se condenada, ela pode pegar de 1 a 3 anos de reclusão, sendo que a pena pode ser aumentada em até um terço.

Segundo a Polícia Civil, a bebê está bem e foi levada para um abrigo após receber atendimento médico. O caso é acompanhado pelo Conselho Tutelar.

Com g1

Homem é suspeito de esquartejar, carbonizar e beber sangue de vítima; ele também arrancou pele do rosto e escondeu crânio

  • Categoria: Polícia

A Polícia Civil do Distrito Federal divulgou, nesta terça-feira (19), mais detalhes sobre a morte de Antônio Carlos Pires de Lima, de 33 anos, no dia 1º de outubro. O suspeito do crime é André Soares Ferreira, com quem a vítima morava, em Samambaia.

Antônio Carlos Pires de Lima, de 33 anos, teve corpo esquartejado e carbonizado em Samambaia, no DF — Foto: ReproduçãoAntônio Carlos Pires de Lima, de 33 anos, teve corpo esquartejado e carbonizado em Samambaia, no DF — Foto: Reprodução

Segundo a corporação, o agressor esquartejou, bebeu o sangue e carbonizou o corpo da vítima. Além disso, arrancou a pele do rosto e separou o crânio do homem do resto do corpo. As informações foram confirmadas pelo delegado Rodrigo Carbone, da 26ª Delegacia de Polícia, responsável pelo caso.

O suspeito foi preso preventivamente em 9 de outubro, após ordem judicial. Os investigadores encontraram pedaços de um corpo, que acreditam ser da vítima, em um terreno baldio, em Samambaia Norte.

Laudos preliminares do Instituto Médico Legal (IML) e do Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA) confirmaram que o cadáver é masculino, mas a identidade ainda não foi atestada. Testemunhas, no entanto, viram Antônio ser morto (veja mais abaixo).

Requintes de crueldade

A apuração ainda não identificou qual foi o motivo do assassinato. Segundo o delegado Rodrigo Carbone, o suspeito arrancou a pele do rosto da vítima para atrasar o trabalho da corporação.

"O rosto foi serrado para dificultar a investigação, e o crânio foi separado e ainda não foi encontrado", afirma.

Ainda de acordo com o investigador, a polícia também investiga se André é responsável por outras mortes na região. O crime foi registrado como homicídio.

Depoimentos de testemunhas

De acordo com depoimentos de testemunhas à polícia, a vítima, o suspeito e um outro homem eram usuários de drogas e viviam em uma casa em Samambaia. O terceiro morador disse aos policiais que viu o crime ser cometido.

Segundo o homem, André esfaqueou Antônio com uma tesoura e tapou a boca da vítima até que ela morresse. Depois que o homem faleceu, ele colocou o corpo em um carrinho de supermercado cheio de entulho e ateou fogo, junto com pertences da vítima. Também limpou a casa com água sanitária, para esconder os vestígios de sangue.

A testemunha disse que foi ameaçada para não acionar a polícia. No entanto, quando foi abordado pelos investigadores, ele contou o que disse ter visto.

Ainda de acordo com o morador, André tinha um crânio humano de plástico como amuleto. Ele disse que, certa vez, o viu matar um pato, beber o sangue e colocar parte do líquido no objeto.

Ordem de prisão

A ordem de prisão contra o suspeito foi expedida em 6 de outubro. Na decisão, o juiz cita que André "é reincidente e possui várias passagens por crimes graves, inclusive roubo e crime no âmbito da violência doméstica. Inclusive, na data do crime, o requerente estava cumprindo pena por condenação pretérita".

"Desse modo, a fim de frear a reiteração delitiva, notadamente, porque agora o suposto crime praticado pelo requerente é dotado de maior reprovabilidade, por ser crime doloso contra a vida, a custódia cautelar do representado para a garantia da ordem pública é imprescindível", afirma.

Com g1

 

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