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Boletim Epidemiológico: Vacinação de idosos a partir de 80 anos vai até a próxima sexta

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Os dados oficiais do Município apontam um aumento de 1% nas notificações de novos casos suspeitos de ontem para hoje. Sete Lagoas chega a 1.423 pessoas em monitoramento, 3.002 com o acompanhamento concluído e 22.990 casos suspeitos descartados por exames.

Foto: ReproduçãoFoto: Reprodução

Três óbitos por complicações da Covid foram registrados nas últimas 24 horas: dois homens que estavam internados no Hospital Municipal, um de 52 anos, ontem, e outro de 47 anos, hoje. E uma mulher de 84 anos que estava internada na UPA e faleceu ontem. Foram registrados 118 novos casos positivos, 57 mulheres e 61 homens, elevando o total de contaminados a 11.006 desde o início da pandemia. Entre eles, são 188 óbitos, 44 hospitalizados positivados para Covid, 256 pessoas em isolamento domiciliar, e 10.518 já curados.

Hospitalizados

Ao todo, são 88 pacientes hospitalizados na cidade por causas respiratórias, sendo 54 em enfermaria e 34 em UTI. Destes, 60 já testaram positivo para Covid, sete tiveram resultado negativo e 21 aguardam resultado de exame. Dos 34 leitos de UTI ocupados hoje na cidade, 20 são pacientes de Sete Lagoas, três de Paraopeba, três de Pompéu, dois de Papagaios e os demais de Caetanópolis, Morada Nova de Minas, Abaeté, Prudente de Morais, Paineiras e Inhaúma.

São 34 internações no Hospital Municipal (19 delas em UTI), 23 no Hospital Nossa Senhora das Graças (oito em UTI, das quais três em leito do SUS), 16 internações no Hospital da Unimed (quatro delas em UTI) e 15 na UPA, sendo três delas em UTI. A taxa de ocupação de leitos de UTI Covid do SUS e da saúde suplementar está hoje em 61,8%. Ao considerar apenas os leitos UTI Covid do SUS, o índice de ocupação é de 55,5%.

Vacinação

A Secretaria Municipal de Saúde iniciou hoje o cronograma de vacinação voltado aos idosos a partir de 80 anos e também de idosos a partir de 87 anos que tomaram a primeira dose da Coronavac seguem se vacinando de hoje a sexta. Os idosos a partir de 80 anos estão se vacinando no estacionamento do Unifemm, no ginásio Dr. Márcio Paulino, que fica na Praça da Feirinha, e na Faculdade Santo Agostinho, no bairro Jardim Europa, de 08h30 às 17h.

Já os idosos a partir de 87 anos que receberam a primeira dose da vacina Coronavac estão recebendo a segunda dose, também de 3 a 5 de março, de 13h às 18h, no Shopping Sete Lagoas, pela portaria da loja C&A. Os idosos de 86 anos ainda não receberão o reforço porque ainda não se passou o prazo mínimo entre as doses estabelecido pelos fabricantes da vacina.

"Lembrando que temos três dias para vacinação. Podem vir com calma, em horários mais tranquilos. Não há necessidade de todos irem em um mesmo momento, para evitarmos aglomerações, pois sabemos que é um grupo que requer cuidados especiais e não há a necessidade de se formar filas. Temos vacina suficiente para todos dessa faixa etária", pede o secretário municipal de Saúde, Dr. Flávio Pimenta.

Outro foco da vacinação é direcionado para os profissionais de assistência à saúde a partir de 30 anos que perderam o ciclo da 1ª dose. A diferença é que agora foram incluídos nesta etapa os médicos veterinários. Eles devem tomar a primeira dose da vacina nesta sexta-feira, dia 5 de março, de 08h30 às 17h, no estacionamento do Unifemm. Os documentos obrigatórios são carteira profissional provando ser da área da saúde e comprovante de profissional vinculado ao risco do atendimento Covid.

Os idosos acamados ou com dificuldades de locomoção devem agendar a vacinação em domicílio ligando para o posto de saúde (ESF) mais próximo de sua residência. Uma equipe da Secretaria Municipal de Saúde fará a imunização na casa do idoso. Até ontem foram vacinados com a 1ª dose 5.294 profissionais de saúde e 1.896 idosos. Com a 2ª dose, foram 3.636 profissionais da saúde e 124 em asilos. No total, 7.190 pessoas receberam a 1ª dose e 3.767 receberam a segunda dose. Enquanto não chega a sua vez, continue seguindo as recomendações de uso de máscara, higiene frequente das mãos e distanciamento social. Dúvidas: 3773-2576 | Denúncias: 153 | Informações: www.setelagoas.mg.gov.br/coronavirus

Com Prefeitura de Sete Lagoas

Março Amarelo: Mês Mundial de Conscientização da Endometriose

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No mês exclusivamente de comemoração ao Dia Internacional da Mulher, uma outra data chama a atenção, o mês de março foi escolhido também para a Conscientização da Endometriose. A Campanha “Março Amarelo”, como é conhecida, alerta para uma doença que afeta 176 milhões de mulheres em todo o mundo e 6,5 milhões no Brasil.

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

Conhecida como a síndrome da mulher moderna, a endometriose muda completamente a vida das mulheres, o seu principal sintoma é a dor, muitas vezes severa, o que impede atividades da rotina diária. As características da dor podem ser: crônica, diária, com aumento significativo no período menstrual. Dor localizada no baixo ventre, podendo ocorrer durante as relações sexuais, ao urinar e/ou evacuar, além de poder levar a infertilidade.

A médica ginecologista, especialista em cirurgia ginecológica, Priscilla Rossi Baleeiro explica que a endometriose é uma doença crônica, inflamatória, estrogênio-dependente que ocorre principalmente durante o período reprodutivo da vida da mulher, caracterizando-se pela presença de tecido endometrial, fora da cavidade uterina, e que esse sangramento mensal fora do útero provoca uma reação inflamatória com consequente cicatrização e fibrose no local. De acordo com ela, este ciclo de estímulo hormonal, reação inflamatória e cicatrização mês após mês, provocam aderências e fibroses nesses locais, que são os grandes responsáveis pelos principais sintomas da endometriose: Infertilidade e Dores.

Ela relata ainda que, infelizmente a endometriose é uma doença crônica e que muitas vezes o diagnóstico vem de forma tardia, porque em alguns casos os sintomas são banalizados ou por que a própria paciente não procura tratamento por acreditar que a dor que ela sente é normal, até que com o agravamento, evolução da doença, piora dos sintomas e pela incapacitação física surge a hipótese da doença.

“Ainda não descobrimos a verdadeira causa da endometriose. Alguns estudos comprovam que 51% dos casos vem de origem hereditária, ou seja, se algum parente de 1° ou 2° grau tenha, suas chances são ainda maiores. Outros fatores também são levados em conta, tais como: início da menstruação muito cedo, nunca ter engravidado, ciclos menstruais frequentes, menstruações que duram muitos dias, o não uso de anticoncepcionais hormonais”, informa Dra. Priscilla.

Segundo a Dra. Priscilla, as dores limitam a paciente a ter uma vida normal e o que ela mais escuta em seu consultório é o descaso que as pacientes sofrem todos os dias, em casa, pelos amigos e até mesmo no trabalho. Relatos de pacientes que chegam inconsoláveis, já exaustas, pedindo por socorro, além delas terem de suportar a dor crônica, têm que lidar com as críticas ou julgamentos, tais como: De novo com essa dor? Mais um dia você vai faltar na escola e/ou no trabalho? Vai tomar medicamento novamente?

Para a médica, esses relatos são comuns dentro do consultório, e o pior é que a dor não passa sem o tratamento correto. Infelizmente não existe cura para endometriose, mas existem tratamentos medicamentosos que reduzem muito os sintomas causados por ela.

E em casos onde a endometriose está em um estágio avançado ou sem melhora dos sintomas com tratamento medicamentoso, a cirurgia é necessária para a retirada de todos os focos de fibrose e da doença. “Associada aos cuidados com alimentação e atividades físicas conseguimos importante melhora da qualidade de vida para a paciente, que só deseja ser acolhida e entendida. O fato de ser uma doença que leva a paciente a se tratar por muitos anos, faz necessário que a paciente mantenha o uso de anticoncepcionais hormonais e cuidados redobrados com a alimentação e atividades físicas”, destaca a médica.

Dra. Priscilla recomenda que “se você sente alguns desses sintomas, converse com o seu médico ginecologista, se essa não for a especialidade dele, o mesmo te encaminhará para um especialista, que te orientará sobre quais exames realizar, uma avaliação do quadro clinico é realizada e a partir daí iniciaremos o melhor tratamento”.

Vale ressaltar que o diagnóstico da endometriose nem sempre é fácil, e que só existem alterações em exames de imagem, quando a doença já está avançada.

Esse mês é um marco e vem como uma contribuição significativa. Hoje já se fala muito mais na doença, que acometia muitas mulheres, que nem sabiam que tinham essa enfermidade.

A endometriose pode até ter o diagnóstico demorado, mas assim que descoberta, o ideal é que se inicie o quanto antes o tratamento. Não se acostume com a dor, afinal o normal é não sentir dor.

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