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Comissão de Saúde debate falta de médicos e pede estrutura para Conselho trabalhar

A pauta livre da Reunião Ordinária que reuniu a Comissão de Saúde do Legislativo, na terça-feira (21) possibilitou que vários assuntos fossem discutidos. O presidente da Comissão, Gilson Liboreiro (SD), convocou o encontro “para que a saúde caminhe bem”. O vereador entende que sem uma pauta definida várias possibilidades poderiam ser colocadas. Os membros do grupo, Eraldo da Saúde (Patri) e Janderson Avelar (MDB), compuseram a mesa de trabalho.

Foto: Reprodução/Câmara Municipal de Sete LagoasFoto: Reprodução/Câmara Municipal de Sete Lagoas

Uma das pautas foi a falta de médicos nas Estratégias de Saúde da Família (ESF) da cidade que volta e meia merecem discursos dos parlamentares durantes as sessões do Legislativo. O problema, porém, de acordo com a gestão da saúde municipal, não é exclusivo de Sete Lagoas, mas a administração vem buscando contornar a situação.

O subsecretário de Saúde, Alber Alípio, foi o porta voz da pasta na reunião. O gestor reforçou que a falta de médicos “não é um problema de Sete Lagoas, é geral como em Betim, Ribeirão das Neves e outras cidades da região”.

A busca de novos médicos por uma carreira dentro de uma área específica da medicina é um dos obstáculos na procura por esses profissionais. Segundo Alípio, “há dificuldade de o profissional médico trabalhar na atenção primária. Quando se forma o profissional quer se especializar. Estamos com dificuldade na contratação”, confessa.

Uma forma de atrair médicos para a cidade seria melhorar a renumeração oferecida ao especialista que hoje gira em torno de R$ 13 mil mensais. Outros benefícios como “day off”, que é oferecido em outras cidades da região, também surgem como possíveis atrativos. A promessa do Executivo é a de enviar para análise dos vereadores um projeto com valores salariais mais condizentes com o mercado da classe.

Outra demanda colocada na reunião foi a do Conselho Municipal de Saúde que pede mais estrutura para desenvolver o trabalho. Uma nova gestão tomou posse recentemente e, com sede de trabalho, precisa de atenção do Executivo. Gilson Liboreiro colocou um prazo de 60 dias para que problemas como falta de telefone possam ser resolvidos para o grupo atuar.

Com Câmara Municipal
 


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