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Caminhoneiros rejeitam 'bolsa diesel' proposto por Bolsonaro

A estratégia do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de oferecer um auxílio diesel de R$ 400 aos caminhoneiros autônomos, anunciado nesta quinta-feira (21), não vingou.

Foto: Paulo Whitaker / ReutersFoto: Paulo Whitaker / Reuters

Em resposta, o presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, mais conhecido como Chorão, afirmou que os R$ 400 não atendem as demandas dos caminhoneiros, que o valor é insuficiente frente ao diesel custando, em média, R$ 4,80, e que, portanto, a greve programada para o dia 1º de novembro está mantida.

A proposta do governo foi declarada por Bolsonaro mais cedo, durante evento de inauguração de obras do ramal do Agreste, em Sertânia (PE), mas sem oferecer detalhes de como o auxílio seria custeado."Decidimos então (criar o auxílio). Os números serão apresentados nos próximos dias. Nós vamos atender aos caminhoneiros autônomos. Em torno de 750 mil caminhoneiros receberão uma ajuda para compensar o aumento do diesel", discursou Bolsonaro.

"Fazemos isso porque é através deles que as mercadorias, os alimentos, chegam ao quatro cantos do país. São momentos difíceis, mas não deixaremos ninguém para trás", completou o presidente no palanque.

Com O Tempo




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