Menu

Segundo Minaspetro já há 'problemas de abastecimento' em postos de Minas Gerais

Em nota divulgada na noite desta quinta (21), o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Minas Gerais (Minaspetro) informou que a greve dos tanqueiros já provoca “estoque reduzido” e “problemas de abastecimento” em Minas Gerais.

Foto: Alex Jesus/OTempoFoto: Alex Jesus/OTempo

“Com a paralisação, todas as regiões do estado estão sendo prejudicadas, impactando fortemente o abastecimento de Minas Gerais, tendo em vista que a base de Betim é estratégica para a distribuição de combustíveis”, informou o sindicato.

O Minaspetro alega que fez contato, “desde o início da pandemia”, com o Governo de Minas para congelar o preço final dos combustíveis, índice no qual o ICMS incide.

“O congelamento do preço de pauta conteria momentaneamente a escalada dos preços na bomba”, informa o sindicato.

Por outro lado, o sindicato pede para que a população não “faça uma corrida aos postos” para não “agravar o desabastecimento”.

A greve

Os tanqueiros, caminhoneiros responsáveis pelo transporte de combustível, suspenderam suas atividades na madrugada desta quinta em protesto contra o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis cobrado no estado e o alto preço do diesel praticado pela Petrobras.

Segundo o Sindicato das Empresas Transportadoras de Combustível e Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (Sindtanque-MG), todas as transportadoras estão paradas, num total de cerca de 800 caminhões.

O movimento também acontece nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Centenas de manifestantes estão com caminhões-tanque parados nas portarias das principais distribuidoras de combustíveis, em Betim. A manifestação é acompanhada por viaturas da Polícia Militar.

A corporação chegou a escoltar veículos para garantir a segurança dos motoristas que não cruzaram os braços.

DA REDAÇÃO COM EM.COM.BR

 




Publicidade

Links patrocinados MGID